Outra atração O cara era o mais infernal de todos na hora do trote. Ele sozinho praticamente instituiu a prática do trote hard core na UFF. Foi o torcedor-símbolo na inesquecível conquista da Comunicação, o campeonato de futsal de 1992. Dizem que até hoje anda pagando umas materinhas lá no IACS.
Isso mesmo, já enviei email convidando oficialmente Daniel, o homem que virou suco. Maysa, é claro. posted by Unknown
12/08/2001 05:41:00 p.m.
Mais um que vem por aí Ele fazia um zine sobre música. Todas as gurias do IACS queriam ficar com ele. Era DJ, fazia uns desenhos malucos, virou publicitário, e sempre detonava as "latinhas" do Paes Mendonça que o pai dele comprava para passar o final de semana todo. Quem já conversou com ele um pouco, já sabe de quem estou falando.
Isso mesmo: Altamiro Tabalipa, mais conhecido pela rapaziada como David, um dos maiores balaiografiteiros de todos os tempos. Aguardem. posted by Unknown
12/08/2001 05:38:00 p.m.
O que vem por aí Vou colocar em breve um contador da Bravenet aqui. Porque o meu palpite é o de que a audiência vai superar a do IG, cumpadre. O cardápio do que vem por aí aqui nesse blog é de arrepiar:
- Dossiê ABV
- Chapa Irmãos Gêmeos: a trajetória vitoriosa de uma idéia e os bastidores da campanha
- Dino: a traição e a aliança espúria com Gilberto Gouma
- Os bastidores e a história da gloriosa conquista de 1992: quando a taça voltou para a Rua Lara Villela
- O Céu por testemunha: Sérgio Cabeleira, o primeiro porre e um soco no nariz.
- O apartamento Ciranda Cirandinha
- O churrasco na casa da Isadora
E mais, muito mais.
Parcimônia O nome do cara que regulava a máquina de xerox, como diz o Cascalho Ventura logo abaixo, não era Pereira. Era Carlos Sá. O trabalho do cara no jornal consistia em colocar os pés na mesa enquanto lia confortavelmente a Veja da semana, recostado na poltrona. posted by Unknown
12/08/2001 02:23:00 p.m.
O homem da piada Ele sempre tinha uma de português na ponta da língua, ou mesmo uma história de escrotidão passada no banco onde trabalhava. Já até identificávamos os personagens. Sim, estou falando de Carlos "Baixinho" Alexandre, que com a relutância de Dudo Hardy passa a ser a atração mais esperada do blog Bar do Arlindo. Vamos iniciar uma campanha "Achem o Baixinho". Cadê o cara!!!?!??
Loobãããoo, lobãããõoo Maloca se faz de rogado e perseguido, que nem seus co-irmãos vascaínos. Mas ele já esteve no apartamento do 26, ao lado do Lobão, certa noite em que depois da cerveja neguinho ia procurar o que fazer. E volta e meia rolava um pit-stop no apartamento do Vinte, para matar uma garrafa ou outra de Velho Barreiro.
No Patae sim, que ele nunca esteve. Lá no Patae quem mandava era o Seu Peixoto, o ascensorista mais mal humorado e furibundo da história dos elevadores. Eu não duvidava que um dia a gente pedisse "desce?" e ele respondesse "desce porra nenhuma, vai de escada, filho da puta"
Falando da noite em que o Maloca passou lá no apê do 26, veio o nome do Lobão à tona. E eu não poderia deixar de lembrar o inesquecível ENECOM de Belo Horizonte de 1992, em que mandei tomar no cu muitos dos coleguinhas que hoje em dia conheço de bar e de já ter trabalhado em redação (isso durante o segundo jogo da final do Brasileiro entre Flamengo e Botafogo).
Naquela época, o centroavante do Botafogo era Chicão, que tinha o grito de torcida "Chicão, Chicão, ôôôô ôô ôôôô ôô ôôôô", tão bem parafraseado pela torcida do Flamengo com "Chicão, Chicão, filha da puta, cabeçudo e orelhão".
Foi no ENECOM de Belo Horizonte, portanto, que se criou o grito "LOBÃÃOOO, LOBÃÃÃOOO, FILHA DA PUTA, CABELUDO E ORELHÃÃÃÕO"
Agradáveis lembranças, essas. posted by Unknown
12/07/2001 05:53:00 p.m.
Apartamento do 26 Eu acho que o apartamento do 26 é um símbolo do que foi toda a nossa faculdade, pelo menos para quem entrou ali pelos idos de 90. Um lugar sujo, sem recursos, apertado e de panela vazia. Essa descrição vale tanto para a faculdade quanto para o apartamento do 26, reparem.
Todo mundo que importa - sem preconceito - daquele pessoal da UFF, todo mundo que tem seu nome marcado na história, passou um dia ou uma noite no apartamento do 26, cuja "cozinha" ficava nada menos do que dentro de um armário.
É incontável o número de cachaceiros que já caiu por lá, estirado em um finíssimo colchonete no chão, dormindo com um olho aberto e outro fechado, temendo a quase inevitável visita das baratas.
Mas apenas eu estava lá, quando, ao chegar no apartamento, Cascalho Ventura perguntou, "E aí 26, tá vendo o quê?", e ele, "Um filme", e Cascalho: "Que filme é esse?".
- Ah, num sei, eu tava vendo o Jô.
Cascalho Ventura ainda insistiu:
- Ah é? E quem tava no Jô?
Seguiu-se um espaço de silêncio, e veio a resposta:
- ...ah...uns cara aí.
Risadas, gargalhadas, espasmos, e tentamos pela última vez.
- Porra, Vinte, mas eram o quê?
- ah, uns político.
Sugeriria alguns nomes Acho que faltam ser convocados para essa empreitada: Sérgio Maggi, Igor Cascalho Ventura, Marcelo Gualda e Moacy Cirne. posted by Unknown
12/07/2001 12:07:00 a.m.
Foi Coelho ou Sávio? Quem matou duas aulas seguidas, uma do Cirne (?) e outra do Jorge Freund comigo eu sei quem foi: o escroque do Coelho, que bebeu todas no Arlindo e jogou umas 500 partidas de sinuca. Agora, não me lembro se foi ele ou o Sávio quem vomitou em uma gaveta de casa. Alguém está habilitado a lembrar?
Aproveito a oportunidade para pedir ao Dudu que escreva um artigo neste blog sobre A ONDA FANZINEIRA.