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Ponto de encontro da galera casca grossa do IACS

 

sábado, dezembro 29, 2001

 
testemunha
o céu por testemunha ainda existe!! nunca mais voltei lá depois daquela estranha noite de sexta-feira no primeiro período da faculdade (1990), mas minha cunhada vai sempre a itaipuaçu e me disse que aquela porra continua sendo a única opção de noitada por lá...

salmo 89
Igor, meu camarada, esta é para você desenvolver, já que não fumei e não tenho o direito de contar a história com todos os detalhes.
Só vou falar do que se trata para os outros leitores do blog não ficarem boiando: numa festa na casa da avó do marcelo pinto, em miguel pereira, acabou a seda e neguinho rasgou uma página da bíblia da coroa para apertar um...



segunda-feira, dezembro 24, 2001

 
Que mala, heim?
Ô Dudu, para ficar escrevendo ZZZZZZ no site é mole. Manda por email, porra!

 
Beatles e Rolling Stones
Eu lembro bem do episódio descrito pelo Cascalho Ventura logo abaixo, uma noite realmente impressionante. Talvez falte na minha memória a lista completa de quem estava no recinto, mas os personagens principais das cenas mais fortes eu me lembro muito bem - principalmente do retardado que mantinha paixão platônica pela moça em questão. Deu pena.
O caso é que eu mesmo não estava muito a fim de contar o episódio aqui não. Realmente, não sei como estamos todos passando dos trinta (eu, pelo menos, passei, ainda faltam vocês. Estou esperando, é só pular, calma, se segura). Além de toda a lista de biritáveis e outros áveis, me recordo de haver também, pasmem, INAláveis. Alguma substância química daquele apartamento era inalável causando óbvio torpor e alguma coisa parecida com o que sentiu Paul McCartney ao inventar os três primeiros acordes de "Dear Prudence".
No final de seu texto, Cascalho remete a uma tênue divisão do IACS, de dois grupos que rivalizavam na cachaça mas que se simpatizavam por causa dela - se respeitavam, mas não chegavam a se misturar, a não ser em longas contendas de sinuca e debates existencialistas no botequim do Valonguinho. A unir esses dois grupos, como elo quase celestial, como se fosse um mantra, sim, lá estava ele, BOTO. Agora e sempre, um guru, uma espécie de Maharishi de todos nós.
Em resumo, os dois grupos (eu, Cascalho, David, Sávio, Coelho, Rodrigo Haras Martins Costa, Carlos Alexandre de um lado, Maloca, Maggi, Renato Fagundes, Marcellus, Vermelho e Lobão Filha da puta cabeludo e narigão de outro) eram como Beatles e Stones na década de 1960: rolava uma rivalidade mais por questões de mercado, mas um estava sempre gravando música do outro, fazendo shows juntos e até pegando as mulheres um do outro (como aconteceu quando o Fagundes lamentavelmente ficou com uma ex-namorada minha e eu sutilmente desejei que ele fosse tragado por uma planta carnívora).
Talvez o Carlos Baixinho Alexandre fizesse parte dos dois grupos. Eu pelo menos cansei de me sentar com eles no boteco, me lembro bem do dia em que o Maloca disse para o Vermelho que "todo chato bêbado lê Caio Fernando Abreu".
Pois é, rapaziada. Hoje o Maloca faz muito mais parte do grupo que teve origem nos fliperamas da Amaral Peixoto. Lobão está meio sumido, Fagundes está bem empregado mas também anda com outra rapaziada, e a gente segue aí, volta e meia se intoxicando três, quatro dias seguidos.
Mas à parte todas as rivalidades, quero deixar clara uma coisa: NÓS éramos os Stones. Aliás, acho que só éramos o Keith Richards.





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